Dicas - FLUIDOS REFRIGERANTES R134a

COM O OBJETIVO DE REDUZIR CUSTOS E TENTAR "LUCRAR" MAIS, MUITOS REFRIGERISTAS ACABAM COMPRANDO FLUIDOS REFRIGERANTES DE PROCEDÊNCIA E COMPOSIÇÃO DUVIDOSA.

Fluidos sem qualidade, podem afetar o desemprenho do sistema, elevam a pressão da linha de alta, diminuem a vida útil do compressores, etc.

Tais Fluidos podem ainda conter em suas composições elementos qua podem causar corrosão nas peças metálicas, dilatação e ou deterização dos elastômeros, incompatibilidade com o óleo PAG, e o pior e mais perigoso, muitos são inflamáveis.

A diferença de preço entre fluidos de boa qualidade e os outros varia de R$ 100 a 150 por bujão de 13 kg,

Esta diferença de custo, é fácilmente resgatada em poucas carga de gás.

Temos acompanhado inúmeros casos de utilização de fluidos de qualidade duvidosa, que estão afetando equipamentos,    

 

 

 

Qualidade do R-134a em xeque

A qualidade do fluido refrigerante presente no sistema do ar condicionado de um veículo é um fator fundamental para possibilitar o bom funcionamento do mesmo. Porém, com a crescente oferta de novas marcas para o R-134a – principal fluido refrigerante para climatização automotiva - é justamente o fator qualidade que está em xeque.

Entre as diversas marcas oferecidas no mercado, foram detectados produtos que, apesar de comercializados como R-134a, são, na realidade, misturas contendo R-22, R-134a e hidrocarbonetos.

Além de ser considerado crime, a venda de um produto com uma rotulagem diferente à sua real composição pode trazer diversos prejuízos ao usuário, entre eles:

 

  • Danificação do sistema de climatização em função do fluido não atender à especificação de qualidade definidas na norma AHRI-700.

Esta norma indica os limites máximos permitidos de umidade, gases não condensáveis, entre outros fatores que podem comprometer os equipamentos de refrigeração.

 

  • Riscos de acidentes de trabalho. Uma vez que a composição do produto é desconhecida, torna-se difícil definir quais equipamentos de proteção devem ser utilizados. Quando o fluido contém hidrocarbonetos, por exemplo, é possível que seja inflamável (dependendo do percentual desse componente na mistura). Caso esta composição não seja declarada no rótulo, é pouco provável que os técnicos possam se precaver, utilizando as proteções necessárias em relação às características do produto.

 

  • Impossibilidade de prever o comportamento termodinâmico do produto, comprometendo a operação eficaz do sistema. Normalmente as relações termodinâmicas desses produtos, como a relação entre pressão e temperatura, são desconhecidas.

 

  • Danificação do sistema de climatização em função da incompatibilidade entre fluidos e materiais de construção dos equipamentos. Vale lembrar que o R-22, por exemplo, é incompatível com os elastômeros (borrachas) que constituem as vedações e mangueiras dos sistemas de ar condicionados automotivos. As reações causadas incluem o inchamento desses materiais, mudando suas propriedades, o que pode provocar vazamentos devido à má vedação do sistema.

Assim, fique atento! O fabricante do fluido refrigerante é quem deve se responsabilizar pela qualidade do mesmo, mas todos podem fazer a sua parte verificando a procedência e a qualidade do produto.

Essa atitude, com certeza, só trará benefícios para o setor.

matéria do site da DUPONT

 

A VULKAN DISPÕE PARA VENDA ALGUNS MODELOS DE Analizador de gases PORTATEIS, para fazer uma análise do fluido refrigerante. (foto)

 

DICA DA DUPONT:

Atualmente, percebe-se que há um grande aumento no volume de automóveis que circulam diariamente nas cidades, sendo que a maioria deles tem ar condicionado. Isso fez com que a procura pelo fluido refrigerante R-134a, o mais usado nos sistemas de climatização automotiva, crescesse exponencialmente e o número de mecânicos e prestadores de serviço que o manuseiam também.

Nesse cenário, um item que sempre temos que levar em consideração é a segurança ao se lidar com um fluido refrigerante, desde a armazenagem até sua aplicação. Veja alguns pontos importantes abaixo:

 

 

*O Suva® MP39, no entanto, não deve ser utilizado em A/C automotivo, pois não é compatível com os elastômeros do sistema.

 

Confira quais são os itens necessários no seu EPI para um manuseio seguro: 

- Sapatos de segurança

- Luvas impermeáveis

- Óculos de proteção

- Vestuário adequado para evitar o contato do gás liquefeito com a pele (vestimentas de proteção térmica) 

Fique atento a essas dicas e lembre-se: a segurança vem sempre em primeiro lugar!

 

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